quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dicas para ter Cabelos Bonitos e Bem Cuidados




Para que os cabelos fiquem saudáveis e bonitos se requer atenção e cuidado como lavá-los ao menos 3 vezes por semana para que seja removido a oleosidade e sujeira com o uso do xampu e condicionador. Esse é um dos passos básicos para um cuidado indispensável. O tratamento mais intenso pode ser feito diariamente com alguns produtos nacionais e importados. O problema de muitas mulheres é o exagero pela busca de algo diferente e com isso os fios sofrem danos irreversíveis. A limpeza é extremamente necessária e indispensável. É com a lavagem dos fios que você consegue os manter limpos regularmente.
Algumas dicas podem ajudar na manutenção de cabelos saudáveis. O uso de pente é aconselhável quando os fios estão molhados. A escova só pode ser usada em cabelos lisos e também molhados. O cabelo seco deve ser desembaraçado com os dedos, independente do tipo do mesmo. Se seu cabelo é liso ou crespo, não deixe de desembaraçar diariamente com os dedos. Esse desembaraço mantém os mesmos em ordem. Dependendo da escova você pode ter um resultado negativo, como a quebra dos fios.
Ao usar o secador manter afastado da raiz pelo menos 15cm evitando assim as pontas secas e duplas. Sem o uso de um protetor solar adequado os fios podem manchar em exposição solar. Se os cabelos forem lisos o xampu mais adequado é o que contenha vitamina BS e emolientes da mesma linha.
Porém cabelos crespos precisam de xampu com ingredientes oleosos como o leite de cabra, papaya ou jojoba, bem como o condicionador. A maioria dos cabelos crespos tem um aspecto muito seco e produtos com fórmulas oleosas ajudam na hidratação dos mesmos. Já para cabelos lisos, a dica é os produtos para cabelos oleosos, que controlam assim a oleosidade excessiva e natural. Para finalizar seria essencial um tratamento nutritivo e revitalizante periodicamente, pois assim os fios sempre estarão maiores, sedosos e preservados dos maus tratos.

Dieta

dicas para fazer dietas 300x269 Dicas para Fazer Dietas


Primeiramente, para emagrecer você precisa queimar diariamente mais calorias do que conseme. Então, é recomendado que junto à dieta, faça-se exercícios regularmente, num mínimo de três vezes por semana e no máximo seis vezes. Combine exercícios aeróbicos, os quais queimam calorias(tais como ciclismo, natação, caminhada, corrida, etc.) e os exercícios de ginástica localizada( são eles que modelam o corpo e eliminam as indesejáveis gordurinhas localizadas).

Reeducação alimentar

Consiste em comer exatamente tudo o que você sentir vontade mas com moderação. Diminuindo apenas a quantidade de açucar e carboidratos em geral da alimentação. No almoço por exemplo, coma primeiro as verduras e legumes, depois a carne e por último o arroz, feijão, macarrão ou outro carboidrato. Pois quando for consumir o alimento que contém mais calorias sua fome já terá sido saciada. Evite carboidratos no jantar.

Truques

  • Guarde sempre na carteira ou na bolsa uma fota sua em tempos de gordinha, isso te dará força para manter o regime.
  • Compre um caderno e marque tudo o que comeu, assim quando ler, verá quantos "pecadinhos" cometemos e evitaremos no próximo dia.
  • Substitua açucar por adoçante e produtos comuns por produtos lights e note a diferença.
  • Pesar somente a cada quinze dias

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Solange Frazão em Forma


Automassagem para a barriga

Seque a barriga com a massagem da terapeuta corporal Elizabeth Valiengo. A profissional ensina a pegar nos pontos certos e fazer os movimentos de forma correta.

Saiba como manter a boa forma


Se você quer emagrecer ou está feliz com seu peso, mas tem medo de não conseguir manter a boa forma, acalme-se, pois isso é mais fácil do que se possa imaginar.
*Tome bastante água por dia, isso ajuda a manter o corpo hidratado.
*Coma bastante fibras, isso ajuda nas digestão dos alimentos
*Quando você sentir que necessita comer algo ansiosamente, procure comer coisas saudáveis.
* Para um corpo saudável é preciso uma pele saudável, então se cuide.
*Pratique vários exercícios físicos, estes são bons para o corpo e para a mente.
* Sempre que estiver indo a algum lugar andando, vá devagar, curta o momento, o estresse envelhece e faz mal á saúde.
*Divirta-se, seja uma pessoa alegre e de bem com a vida.
*Coma de tudo, mas como em pequenas quantidades, em vários horários.
Boa sorte e seja feliz!

OBESIDADE





O QUE É?
Denomina-se obesidade uma enfermidade caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, associada a problemas de saúde, ou seja, que traz prejuízos à saúde do indivíduo.
COMO SE DESENVOLVE OU SE ADQUIRE?
Nas diversas etapas do seu desenvolvimento, o organismo humano é o resultado de diferentes interações entre o seu patrimônio genético (herdado de seus pais e familiares), o ambiente sócioeconômico, cultural e educativo e o seu ambiente individual e familiar. Assim, uma determinada pessoa apresenta diversas características peculiares que a distinguem, especialmente em sua saúde e nutrição.
A obesidade é o resultado de diversas dessas interações, nas quais chamam a atenção os aspectos genéticos, ambientais e comportamentais. Assim, filhos com ambos os pais obesos apresentam alto risco de obesidade, bem como determinadas mudanças sociais estimulam o aumento de peso em todo um grupo de pessoas. Recentemente, vem se acrescentando uma série de conhecimentos científicos referentes aos diversos mecanismos pelos quais se ganha peso, demonstrando cada vez mais que essa situação se associa, na maioria das vezes, com diversos fatores.
Independente da importância dessas diversas causas, o ganho de peso está sempre associado a um aumento da ingesta alimentar e a uma redução do gasto energético correspondente a essa ingesta. O aumento da ingesta pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou de modificações de sua qualidade, resultando numa ingesta calórica total aumentada. O gasto energético, por sua vez, pode estar associado a características genéticas ou ser dependente de uma série de fatores clínicos e endócrinos, incluindo doenças nas quais a obesidade é decorrente de distúrbios hormonais.
O QUE SE SENTE?
O excesso de gordura corporal não provoca sinais e sintomas diretos, salvo quando atinge valores extremos. Independente da severidade, o paciente apresenta importantes limitações estéticas, acentuadas pelo padrão atual de beleza, que exige um peso corporal até menor do que o aceitável como normal.
Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.
A obesidade é fator de risco para uma série de doenças ou distúrbios que podem ser: 
 



DoençasDistúrbios
Hipertensão arterialDistúrbios lipídicos
Doenças cardiovascularesHipercolesterolemia
Doenças cérebro-vascularesDiminuição de HDL ("colesterol bom")
Diabetes Mellitus tipo IIAumento da insulina
CâncerIntolerância à glicose
OsteoartriteDistúrbios menstruais/Infertilidade
ColedocolitíaseApnéia do sono


Assim, pacientes obesos apresentam severo risco para uma série de doenças e distúrbios, o que faz com que tenham uma diminuição muito importante da sua expectativa de vida, principalmente quando são portadores de obesidade mórbida (ver a seguir).
COMO O MÉDICO FAZ O DIAGNÓSTICO?
A forma mais amplamente recomendada para avaliação do peso corporal em adultos é o IMC (índice de massa corporal), recomendado inclusive pela Organização Mundial da Saúde. Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em kilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (quadrado de sua altura) (ver ítem Avaliação Corporal, nesse site). O valor assim obtido estabelece o diagnóstico da obesidade e caracteriza também os riscos associados conforme apresentado a seguir: 
 



IMC ( kg/m2)Grau de RiscoTipo de obesidade
18 a 24,9 Peso saudávelAusente
25 a 29,9 ModeradoSobrepeso ( Pré-Obesidade )
30 a 34,9 Alto Obesidade Grau I
35 a 39,9Muito AltoObesidade Grau II
40 ou maisExtremo Obesidade Grau III ("Mórbida")


Conforme pode ser observado, o peso normal, no indivíduo adulto, com mais de 20 anos de idade, varia conforme sua altura, o que faz com que possamos também estabelecer os limites inferiores e superiores de peso corporal para as diversas alturas conforme a seguinte tabela : 
 



Altura (cm) Peso Inferior (kg)Peso Superior (kg)
145 38 52
150 41 56
155 44 60
160 47 64
165 50 68
170 53 72
175 56 77
180 59 81
185 62 85
190 65 91


A obesidade apresenta ainda algumas características que são importantes para a repercussão de seus riscos, dependendo do segmento corporal no qual há predominância da deposição gordurosa, sendo classificada em: 
 
Obesidade Difusa ou Generalizada
Obesidade Andróide ou Troncular (ou Centrípeta), na qual o paciente apresenta uma forma corporal tendendo a maçã. Está associada com maior deposição de gordura visceral e se relaciona intensamente com alto risco de doenças metabólicas e cardiovasculares (Síndrome Plurimetabólica)
Obesidade Ginecóide, na qual a deposição de gordura predomina ao nível do quadril, fazendo com que o paciente apresente uma forma corporal semelhante a uma pêra. Está associada a um risco maior de artrose e varizes.


Essa classificação, por definir alguns riscos, é muito importante e por esse motivo fez com que se criasse um índice denominado Relação Cintura-Quadril, que é obtido pela divisão da circunferência da cintura abdominal pela circunferência do quadril do paciente. De uma forma geral se aceita que existem riscos metabólicos quando a Relação Cintura-Quadril seja maior do que 0,9 no homem e 0,8 na mulher. A simples medida da circunferência abdominal também já é considerado um indicador do risco de complicações da obesidade, sendo definida de acordo com o sexo do paciente: 
 



Risco AumentadoRisco Muito Aumentado
Homem 94 cm102 cm
Mulher 80 cm88 cm


A gordura corporal pode ser estimada também a partir da medida de pregas cutâneas, principalmente ao nível do cotovelo, ou a partir de equipamentos como a Bioimpedância, a Tomografia Computadorizada, o Ultrassom e a Ressonância Magnética. Essas técnicas são úteis apenas em alguns casos, nos quais se pretende determinar com mais detalhe a constituição corporal.
Na criança e no adolescente, os critérios diagnósticos dependem da comparação do peso do paciente com curvas padronizadas, em que estão expressos os valores normais de peso e altura para a idade exata do paciente.
De acordo com suas causas, a obesidade pode ainda ser classificada conforme a tabela a seguir.
Classificação da Obesidade de Acordo com suas Causas: 
 
Obesidade por Distúrbio Nutricional
Dietas ricas em gorduras
Dietas de lancherias
Obesidade por Inatividade Física
Sedentarismo
Incapacidade obrigatória
Idade avançada
Obesidade Secundária a Alterações Endócrinas
Síndromes hipotalâmicas
Síndrome de Cushing
Hipotireoidismo
Ovários Policísticos
Pseudohipaparatireoidismo
Hipogonadismo
Déficit de hormônio de crescimento
Aumento de insulina e tumores pancreáticos produtores de insulina
Obesidades Secundárias
Sedentarismo
Drogas: psicotrópicos, corticóides, antidepressivos tricíclicos, lítio, fenotiazinas, ciproheptadina, medroxiprogesterona
Cirurgia hipotalâmica
Obesidades de Causa Genética
Autossômica recessiva
Ligada ao cromossomo X
Cromossômicas (Prader-Willi)
Síndrome de Lawrence-Moon-Biedl


Cabe salientar ainda que a avaliação médica do paciente obeso deve incluir uma história e um exame clínico detalhados e, de acordo com essa avaliação, o médico irá investigar ou não as diversas causas do distúrbio. Assim, serão necessários exames específicos para cada uma das situações. Se o paciente apresentar "apenas" obesidade, o médico deverá proceder a uma avaliação laboratorial mínima, incluindo hemograma, creatinina, glicemia de jejum, ácido úrico, colesterol total e HDL, triglicerídeos e exame comum de urina.
Na eventual presença de hipertensão arterial ou suspeita de doença cardiovascular associada, poderão ser realizados também exames específicos (Rx de tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico) que serão úteis principalmente pela perspectiva futura de recomendação de exercício para o paciente.
A partir dessa abordagem inicial, poderá ser identificada também uma situação na qual o excesso de peso apresenta importante componente comportamental, podendo ser necessária a avaliação e o tratamento psiquiátrico.
A partir das diversas considerações acima apresentadas, julgamos importante salientar que um paciente obeso, antes de iniciar qualquer medida de tratamento, deve realizar uma consulta médica no sentido de esclarecer todos os detalhes referentes ao seu diagnóstico e as diversas repercussões do seu distúrbio.
COMO SE TRATA?
O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares. Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.
Reeducação Alimentar
Independente do tratamento proposto, a reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso.
Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.
Dentre as diversas formas de orientação dietética, a mais aceita cientificamente é a dieta hipocalórica balanceada, na qual o paciente receberá uma dieta calculada com quantidades calóricas dependentes de sua atividade física, sendo os alimentos distribuídos em 5 a 6 refeições por dia, com aproximadamente 50 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas.
Não são recomendadas dietas muito restritas (com menos de 800 calorias, por exemplo), uma vez que essas apresentam riscos metabólicos graves, como alterações metabólicas, acidose e arritmias cardíacas.
Dietas somente com alguns alimentos (dieta do abacaxi, por exemplo) ou somente com líquidos (dieta da água) também não são recomendadas, por apresentarem vários problemas. Dietas com excesso de gordura e proteína também são bastante discutíveis, uma vez que pioram as alterações de gordura do paciente além de aumentarem a deposição de gordura no fígado e outros órgãos.
Exercício
É importante considerar que atividade física é qualquer movimento corporal produzido por músculos esqueléticos que resulta em gasto energético e que exercício é uma atividade física planejada e estruturada com o propósito de melhorar ou manter o condicionamento físico.
O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta. Entre os diversos efeitos se incluem: 
 
a diminuição do apetite,
o aumento da ação da insulina,
a melhora do perfil de gorduras,
a melhora da sensação de bem-estar e auto-estima.
O paciente deve ser orientado a realizar exercícios regulares, pelo menos de 30 a 40 minutos, ao menos 4 vezes por semana, inicialmente leves e a seguir moderados. Esta atividade, em algumas situações, pode requerer profissional e ambiente especializado, sendo que, na maioria das vezes, a simples recomendação de caminhadas rotineiras já provoca grandes benefícios, estando incluída no que se denomina "mudança do estilo de vida" do paciente.
Drogas


A utilização de medicamentos como auxiliares no tratamento do paciente obeso deve ser realizada com cuidado, não sendo em geral o aspecto mais importante das medidas empregadas. Devem ser preferidos também medicamentos de marca comercial conhecida. Cada medicamento específico, dependendo de sua composição farmacológica, apresenta diversos efeitos colaterais, alguns deles bastante graves como arritmias cardíacas, surtos psicóticos e dependência química. Por essa razão devem ser utilizados apenas em situações especiais de acordo com o julgamento criterioso do médico assistente.
No que se refere ao tratamento medicamentoso da obesidade, é importante salientar que o uso de uma série de substâncias não apresenta respaldo científico. Entre elas se incluem os diuréticos, os laxantes, os estimulantes, os sedativos e uma série de outros produtos freqüentemente recomendados como "fórmulas para emagrecimento". Essa estratégia, além de perigosa, não traz benefícios a longo prazo, fazendo com que o paciente retorne ao peso anterior ou até ganhe mais peso do que o seu inicial.
COMO SE PREVINE?
Uma dieta saudável deve ser sempre incentivada já na infância, evitando-se que crianças apresentem peso acima do normal. A dieta deve estar incluída em princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem a atividade física, o lazer, os relacionamentos afetivos adequados e uma estrutura familiar organizada. No paciente que apresentava obesidade e obteve sucesso na perda de peso, o tratamento de manutenção deve incluir a permanência da atividade física e de uma alimentação saudável a longo prazo. Esses aspectos somente serão alcançados se estiverem acompanhados de uma mudança geral no estilo de vida do paciente. 

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